Quarta-feira, 19 de Março de 2008

Mais pecados capitais?


Conforme artigo de Assimina Vlahou, da BBC Brasil, entre os pecados dos novos tempos, a serem adicionais aos tradicionais pecados capitais, segundo entrevista do monsenhor Gianfranco Girotti à L'Osservatore Romano, encontram-se:

1. manipulação genética humana;
2. poluição ambiental;
3. injustiça social;
4. causar pobreza;
5. tornar-se extremamente rico;
6. consumo de drogas.

Segundo a Zenit, agência de notícias de Roma, especializada na cobertura jornalística do Papa e do Vaticano, monsenhor Girotti apenas teria se referido a novas manifestações de desagrado a Deus e à sua criação. O Vaticano não publicou lista alguma de novos pecados. Veja o comunicado do Vaticano sobre o assunto e a íntegra da entrevista de Girotti, em italiano, pela agência Zenit, e português, pela portuguesa Ecclesia.

Pessoalmente concordo com quase tudo. Não entendo como correta a manipulação de embriões humanos, mesmo que a pretexto de salvar outras vidas. Apesar de todas as nossas ações causarem impactos ambientais, o homem precisa encontrar meios de diminuir as agressões à natureza, integrando-se ao meio ambiente, de forma sustentável. Devemos também combater as injustiças sociais, a extrema pobreza e afastar-se do flagelo das drogas.

Fonte: BBC Brasil, Zenit e Agência Ecclesia.

Segunda-feira, 17 de Março de 2008

Moisés estaria sob influência de drogas


Um pesquisador causou polêmica ao sugerir em artigo que Moisés, ao conceber a Lei, teria tomado substância parecida com o chá de ayhuasca, o conhecido chá do Santo Daime. A reportagem é de Guila Flint, da BBC Brasil.

É interessante que o pesquisador Benny Shanon fez uma espécie de pesquisa de campo, tomando ele mesmo o chá do Daime aqui no Brasil, mais de cem vezes desde 1991. Não estaria ele tendo alucinações ao escrever o artigo?

A propósito, o artigo da Revista Time and Mind (Tempo e Mente) pode ser encontrado clicando aqui! Pena que está em inglês. A sugestão é usar o tradutor do Google, que funciona razoavelmente bem (se bem que a tradução sai bem ao pé da letra! Paciência!).

Como diria Sílvio Santos: "Não tentem fazer em casa".

Fonte: BBC Brasil

Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008

Cientologia ganha status de religião


Doutrina que tem no astro Tom Cruise o maior expoente é reconhecida cada vez mais em países europeus

RODRIGO CARDOSO

Conhecida mundialmente por ter o ator Tom Cruise como seu ministro da propaganda, a cientologia nasceu em 1954 nos Estados Unidos e tem raízes fincadas em cerca de 150 países. Na Europa, a doutrina difundida pelo autor de ficção científica americano L. Ron Hubbard (morto em 1986) passa por uma cruzada em busca da alcunha de religião. Tratada como seita em alguns países, a cientologia prega que o ser humano é imortal e propõe eliminar todos os traumas até atingir o estágio mental clear (limpo). Tem no currículo acusações que vão de fraude fiscal a prática de lavagem cerebral. No final do ano passado, porém, a Espanha – residência de dez mil cientologistas – legislou a favor dos seguidores de Hubbard, que no mundo somam dez milhões. A Audiência Nacional de Madri, principal instância judicial espanhola, acatou o pedido da igreja da cientologia e a fez constar no registro de entidades religiosas.

“Do mesmo jeito que respeitamos quando um católico acredita que a Virgem Maria teve um filho e continuou virgem, não queremos ser discriminados por nossa religião. Essa é a validade da legalização”, apregoa Lúcia Winther, que difundiu a doutrina de Hubbard pelo Brasil. Na Espanha, a cientologia encarava embates judiciais há 25 anos. Em meados dos anos 80, por exemplo, um cerco policial prendeu 88 pessoas entre fiéis e dirigentes sob as acusações de praxe. Em países como Portugal, Suécia e Itália, a cientologia encontra caminho livre – leia-se aí vantagens fiscais – graças à legalização.


DIVERGÊNCIA Na Espanha, aceita como religião, igreja (acima)funciona ao lado do Congresso. Na Alemanha, como seita, Cruise foi comparado a um ícone do nazismo
Na França e na Alemanha, no entanto, os templos ainda funcionam com o tratamento de seita. Uma estratégia de implantação de novas unidades foi debatida pelos cientologistas em uma espécie de conferência de expansão, em 2006. “De julho de 2007 até agora, houve um crescimento mundial do número de fiéis dez vezes maior do que em anos anteriores”, diz Lúcia. No ano passado em Berlim, o quartel-general da cientologia foi inaugurado em um edifício de 4 mil m2 e seis andares junto ao centro nervoso da política alemã. Na Espanha, a sede nacional da religião também fica ao lado do Congresso dos Deputados, em Madri. “Se queremos implementar nossa campanha planetária pela salvação, temos de atingir os níveis mais elevados do governo alemão”, dizia um trecho de um documento da conferência.

A Alemanha, pátria de seis mil fiéis dos ensinamentos de Hubbard, é o país que mais dificulta a difusão da doutrina – no Brasil, ela está registrada como religião desde 2004 e soma 20 mil fiéis, segundo Lúcia. Lá, estudiosos já compararam Tom Cruise a Joseph Goebbels, o responsável por agitar as massas e promover o culto a Adolf Hitler durante o nazismo. No universo virtual, a cientologia também não tem vida fácil. No início do mês, um grupo denominado Anônimos atacou os sites da igreja, tirando-os do ar.

Membro do grupo de estudos de diálogo multicultural e religioso da Associação Internacional de Estudos Ibero- Eslavos (CompaRes), em Lisboa, o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Evandro Ouriques opina sobre a expansão da cientologia pelo continente europeu: “No vazio de perspectivas da Europa, cheia de medo, concentração de capital, culpa, adição às drogas, ao sexo, às vaidades, surgem tentativas mais ou menos acertadas e controversas de encontrar valores que nos tornem humanos.”

A descrença em torno da religião de Hubbard vem de berço. Um dos cinco filhos do escritor, Ronald DeWolf disse certa vez que o pai era “um dos maiores trapaceiros do século”. A cientologia prega que somos almas ou espíritos, chamados thetans. Para atingir o autoconhecimento, os candidatos a fiéis passam por sessões de audição e são analisados por um aparelho chamado eletropsicômetro, uma espécie de detector de emoções dolorosas. Depois de fazer doações à igreja, o fiel recebe em troca cursos de purificação. No Exterior, processos foram movidos contra a igreja por ex-seguidores na tentativa de reaver o dinheiro dado à instituição. Não à toa, durante a inauguração da sede da cientologia em Berlim, lia-se em cartazes: “Lavagem cerebral: não, obrigado!”



Fonte: Istoé

Sábado, 23 de Fevereiro de 2008

Brasil passa de devedor a credor externo


Na tentativa de mostrar que o Brasil está bem preparado para enfrentar as turbulências do cenário internacional - e que, por isso, mereceria mais confiança do mercado financeiro e de agências de classificação de risco -, o Banco Central anunciou ontem (21 de fevereiro de 2008) que o país "zerou" sua dívida externa pela primeira vez na história. Segundo o BC, os ativos que governo e setor privado possuíam no exterior ao final de janeiro já superavam o valor de todo o endividamento contraído em outros países. Isso significa que o Brasil seria capaz de pagar toda a dívida externa usando só as aplicações que tem no exterior, o que sinaliza menor dependência dos fluxos internacionais de capital. Segundo relatório publicado pelo BC na Internet, em janeiro os ativos brasileiros no exterior superavam a dívida externa em cerca de US$ 4 bilhões, revertendo o quadro observado até dezembro do ano passado, quando, ao contrário, o endividamento era maior do que as aplicações em US$ 4,4 bilhões.

Fonte: Folha de São Paulo

Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008

O caso do ET de Varginha

Bem-vindos ao meu blog, pessoal!

A partir de agora passarei a postar aqui (espero que diariamente!) notícias e artigos interessantes (ao menos para este blogueiro!) sobre os mais diversos assuntos: religião, tecnologia, política, economia e finanças pessoais etc.

Para inaugurar o blog, posto agora um artigo já antigo recebido hoje do meu amigo Felipe Guimarães Geissler Prince, de Varginha (MG), contando o caso do(s) ET(s) que por lá apareceu(ram). Da movimentação de militares que houve na cidade, o Felipe diz ser testemunha.





ET de Varginha


Varginha, MG, transformou-se na capital brasileira da ufologia desde que o relato da visão de uma criatura estranha por três garotas ultrapassou suas montanhas e correu mundo. Elas garantem que atravessavam um terreno baldio às 15h30 do sábado 20 de janeiro de 1996 quando, a sete metros de distância, viram um ser marrom-escuro de pele viscosa. Estava agachado, com os braços compridos entre as pernas. Assustadas com a figura, que tinha olhos vermelhos e três protuberâncias na cabeça, as garotas saíram em disparada. O mais extraordinário contato de terceiro grau já relatado no Brasil ganhou projeção ao ser associado a outros testemunhos e até a mortes misteriosas.

O Caso Varginha
Alguns dias antes de 20 de Janeiro de 1996. Uma movimentação de UFOs é detectada pelo sistema de rastreamento por satélites dos EUA. Descobre-se que o foco das movimentações é o Brasil, no Sul de Minas Gerais. As Forças Armadas Brasileiras são alertadas.

Dia 13 de Janeiro de 1996, uma semana antes dos principais acontecimentos em Varginha, o piloto de ultra-leve, Carlos de Souza, de São Paulo, vê um artefato alongado e sem asas a menos de 15 km do trevo que liga a Rodovia Fernão Dias à estrada que dá acesso a Varginha. Passa a seguir visualmente o objeto, que parecia em dificuldades, alternando altitude e rota, com uma abertura em sua parte anterior de onde saía uma névoa. Na direção de Belo Horizonte, após 10 km do trevo de Varginha, observa que o objeto desaparece atrás de morro, na Fazenda Maiolini. Tomando a estrada sem asfalto, vê vários destroços metálicos sendo recolhidos no pasto por Militares. No local havia dois caminhões, um helicóptero e uma ambulância do exército.

Um pedaço maior do objeto acidentado, do tamanho de um automóvel, é colocado na carroceria do caminhão. Milhares de pequenos pedaços e destroços espalham-se pelo pasto. Carlos de Souza é abordado por militares pedindo que se retire do local e “esqueça do que viu”. Voltando ele pára num posto de gasolina e é novamente abordado por dois homens, que aconselham-no a não comentar, com quem quer que seja, o que presenciou.Esse depoimento não foi confirmado por outros, ficando isolado, após as investigações dos ufólogos nas fazendas, sítios e casas daquela região.

20 de Janeiro de 1996, por volta de uma da madrugada. A Sra. Oralina Augusta de Freitas sai na janela da sede da fazenda de propriedade do Sr. Castilho, situada a 10 km de Varginha, à beira da rodovia que liga a cidade à Fernão Dias. O gado estoura, correndo em disparada. Ela observa um artefato alongado, que soltava uma névoa de uma parte que parecia “rasgada”, à frente da fuselagem.

Grita pelo marido, Eurico Rodrigues de Freitas, que dormia. Eurico também avista o objeto, que pairava sobre o pasto a no máximo cinco metros. Para percorrer um espaço de aproximadamente 500 metros, o objeto leva quase quarenta minutos. E desaparece após o morro, na direção da cidade.

20 de Janeiro de 1996, 8:30 hs. Seis homens do Corpo de Bombeiros de Varginha dão busca a um “bicho” avistado por alguns populares, primeiramente na base de uma construção, no Bairro Jardim Andere. Depois, a “criatura” é avistada movendo-se lentamente, na direção de um eucaliptal pertencente ao Sr. José Gomes, após a linha férrea, no grande pasto nos fundos do Jardim Andere.

Um homem, o operário de construção Henrique José, testemunhou todo o incidente do terraço de uma casa vizinha ao parque e mais tarde, contou aos investigadores que quatro bombeiros encurralaram a criatura com suas redes, aprisionaram-na em uma caixa de madeira e depois a entregaram aos militares.

Após cerca de duas horas de procura, Bombeiros localizam o “ser” e o apanham numa rede para captura de animais. Um caminhão de transporte de tropas da Escola de Sargentos das Armas, também está no local. A “criatura” é colocada numa caixa na caçamba, coberta por pano ou lona e emite uma espécie de zumbido.

O caminhão sai em disparada para Três Corações e entra na Escola de Sargentos das Armas.

20 de Janeiro de 1996, por volta de 13 hs. O Sr. “X”, que fazia caminhada pela região do final do Jardim Andere e pelos pastos das proximidades, avista seis homens com trajes militares em formação de busca, portando fuzis automáticos e outras armas, exatamente próximo do eucaliptal onde se dera a primeira captura.

Correndo em busca de um ponto melhor de observação, o Sr. “X” ouve três tiros de fuzil.Logo depois avista aqueles homens subindo pelos terrenos anteriores ao pasto, carregando dois sacos. Num deles algo se mexia.

20 de Janeiro de 1996, 15:30 horas
. Liliane Fátima Silva (16 anos na época), sua irmã Valquíria Aparecida Silva (14) e Kátia Andrade Xavier (22), tentam caminho mais curto para o bairro Santana, vizinho ao Jardim Andere. Ao passarem ao lado de uma oficina mecânica, na Rua Benevenuto Braz Vieira, duas quadras acima do pasto e eucaliptal, param surpresas diante de uma “criatura” cuja pele brilha como se estivesse bezuntada com óleo. O “ser”, de olhos vermelhos e arredondados, saltando para fora das órbitas, sem pupila e íris, agachado ao lado do muro da oficina mecânica, volta lentamente a cabeça na direção das garotas. Elas não se recordam de características de boca e nariz daquele “ser”.

Com veias arroxeadas e saltadas à altura das espáduas, com longos e finos braços e pés enormes, traz na caixa craniana avantajada três protuberâncias, dando a impressão de chifres.As três garotas gritam e disparam em direção à sua residência, onde chegam em prantos e em pânico.

20 de Janeiro de 1996, 17:30 hs. Uma chuva torrencial com queda de granizo amedronta a população. Depois do temporal dois militares chegam ao terreno onde as três garotas tinham avistado o estranho ser. Algo com cabeça, tronco e membros, passa pela frente do automóvel e tenta esconder-se no pasto.

O policial Marco Eli Chereze, 23 anos, corre e agarra a criatura pelo braço, colocando-a no banco traseiro do carro e levando para o Hospital Regional. A movimentação da Polícia, Bombeiros e do Exército causa histeria no hospital, onde doentes são transferidos de alas e funcionários instruídos a se calarem.

21 de Janeiro de 1996, madrugada. O “ser” é transferido para o Hospital Humanitas, em ambulância, sem alarde. Do Humanitas o “material” é retirado na segunda-feira seguinte, dia 22, por volta de 17:30 horas.

A “criatura” está morta. O transporte começa com a colocação do “ser” numa caixa de madeira, coberta por lona plástica e colocada na caçamba de um caminhão de transporte de tropas, cuja traseira estava no portão dos fundos do hospital. Vários veículos militares e alguns civis fazem parte do comboio. Pessoas trajadas com roupas brancas e máscaras médicas, estão presentes.O ser exala um insuportável cheiro de amoníaco.

O comboio parte para a cidade de Três Corações e para dentro da Escola de Sargentos das Armas.

Dia 23 de Janeiro de 1996, às cinco da manhã. O mesmo comboio parte para Campinas-SP, conduzindo duas cargas. O cadáver retirado do Hospital Humanitas e uma caixa ventilada contendo algo vivo. Após parada na Escola Preparatória de Cadetes, em Campinas, outros veículos militares conduzem o “material” para as instalações da UNICAMP. Durante uma semana uma equipe de pesquisadores e cientistas cuida de análises, exames e testes nas “criaturas”. Dela faz parte o conhecido médico legista Prof. Fortunato Badan Palhares. Trabalhos são realizados no “material” inclusive em um laboratório com instalações modernas. Não se sabe o destino de tais “seres” após Campinas.


Em 7 de fevereiro de 1996, Marco Eli Chereze submete-se a uma cirurgia para retirar uma pústula da axila direita. Com fortes dores e início de paralisação, é internado e morre oito dias depois, de tromboembolia séptica pulmonar, conforme conclusão de necropsia. No sangue é detectada a presença de 8% de cultura desconhecida, uma vez que o policial fora vítima de infecção generalizada.

Fonte: Varginha Online

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